Veneza, Las Vegas e outros destinos turísticos que podem desaparecer

Paraísos em perigo
Ilhas Maldivas
Ilhas Maldivas
Ilhas Maldivas
Las Vegas (EUA)
Amazônia
Veneza (Itália)
Grande Barreira de Corais (Austrália)
Bahamas
Nápoles (Itália)
Taj Mahal (Índia)
Ilhas Galápagos (Equador)
Everglades (EUA)
Pirâmides (Egito)
Grande Muralha da China
Machu Picchu (Peru)
Mesquitas de Timbuktu (Mali)
Alpes
Kilimanjaro (Tanzânia)
Perito Moreno na Patagônia (Argentina e Chile)
Tikal (Guatemala)
Mar Morto (Jordânia e Israel)
Florestas de Madagascar
Paraísos em perigo

Poluição, altas temperaturas, aumento do nível do mar, desastres naturais e turismo em massa. Estes fatores combinados podem levar alguns paraísos turísticos a desaparecerem do mapa, em medio ou curto prazo.

Foto: Unsplash - Grant Cai

Ilhas Maldivas

Esta bela imagem é das Ilhas Maldivas, lugar que faz parte desta lista com um destino comprometido. Veja mais na galeria!

Foto: Unsplash - Ibrahim Mushan

Ilhas Maldivas

Cerca de 80% desse conjunto de quase 1.200 ilhas estão localizados no extremo sul da Índia. Ficam a apenas um metro acima do nível do mar e, se as águas subirem, boa parte delas ficará submersa.

Foto: Unsplash - Ishan

Ilhas Maldivas

Se o Oceano Índico mantiver o ritmo atual, estima-se que, em 40 anos, o nível do mar subiria entre 20 e 30 centímetros.  Basta fazer as contas para prever que, em 2100, 8 de cada 10 ilhas da região das Maldivas desaparecerão.

Foto: Unsplash - Masroor Ahmed

Las Vegas (EUA)

Por estar localizada no meio do deserto de Mojave, o abastecimento de água da cidade é cada vez mais complicado. A única reserva próxima é o lago artificial Mead, que abastece 90% da população. O problema é que ele está secando, devido ao aquecimento global, colocando a Cidade do Pecado em perigo.

Foto: Unsplash - Julian Paefgen

Amazônia

A maior floresta tropical do mundo, considerado o pulmão do planeta, está em grave perigo. O panorama é de exploração mineira e madeireira, expansão descontrolada da agricultura, aumento de incêndios, e povos nativos, considerados seus protetores, atacados, constantemente.

Foto: Unsplash - Nate Johnson

Veneza (Itália)

A cidade italiana afunda cerca de 4 cm a cada 20 anos. Os cálculos das autoridades estimam que, se não houver solução, Veneza desaparecerá em 70 anos.

Foto: Unsplash - Canmandawe

Grande Barreira de Corais (Austrália)

Trata-se de uma enorme estrutura viva que pode ser vista do espaço. Infelizmente, deixaria de existir antes de 2030, devido à poluição e ao aumento da acidez das águas do planeta.

Foto: Unsplash - Geonadir

Bahamas

O paraíso com as águas mais límpidas do planeta poderá ficar enterrado devido ao aumento do nível do mar.

Foto: Unsplash - Marina Tolsá

Nápoles (Itália)

A cidade italiana está localizada a apenas 9 quilômetros do Monte Vesúvio, um dos vulcões ativos mais perigosos do mundo.

Foto: Unsplash - Ellena McGuinness

Taj Mahal (Índia)

Uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno recebe, todos os anos, milhões de turistas. Isso favorece sua degradação a tal ponto, que as autoridades indianas chegaram a cogitar fechá-la ao público.

Foto: Unsplash - Julian Yu

Ilhas Galápagos (Equador)

Com uma biodiversidade única, a região está em perigo por conta do turismo em massa que chega à área todos os dias. Os navios de cruzeiro representam a maior ameaça.

Foto: Unsplash - Gabriel Aguirre

Everglades (EUA)

A primeira reserva de vida selvagem protegida do país é agora a mais ameaçada. O desenvolvimento urbano prejudica este delicado meio ambiente.

Foto: Unsplash - Jonathan Martin

Pirâmides (Egito)

É a única das Sete Maravilhas do Mundo Antigo que ainda sobrevive, apesar da poluição, do turismo e da corrosão constante da areia, que ameaçam transformá-la numa bela memória.

Foto: Unsplash - Fynn Schmidt

Grande Muralha da China

A maior construção humana do mundo sobreviveu 2 mil anos sem problemas, mas, nas últimas décadas, o turismo excessivo, o vandalismo, a erosão e a falta de manutenção a colocaram em perigo. A Muralha pode estar em ruínas antes de 2040.

Foto: Unsplash - William Olivieri

Machu Picchu (Peru)

E por falar em Sete Maravilhas, o que vemos na imagem também está em perigo. O afluxo maciço de pessoas provoca um alto risco de deslizamento de terra, que pode chegar a destruir o complexo.

Foto: Unsplash - Miguel Junco

Mesquitas de Timbuktu (Mali)

Este Patrimônio da Humanidade, conhecido como "A Pérola do Deserto", está sob ameaça jihadista, há anos.

Alpes

Como se trata de uma cordilheira mais baixa, as mudanças climáticas fazem com que perca 3% de seu gelo, a cada ano. Nesse ritmo, os Alpes chegariam a 2050 sem nenhum vestígio de gelo.

Foto: Unsplash - Jonas Verstuyft

Kilimanjaro (Tanzânia)

A maior montanha da África (5.895 metros) perdeu quase 90% da neve acumulada, no século passado. Se a situação não for revertida, pode chegar a 2035 sem neve.

Foto: Unsplash - Kristoffer Darj

Perito Moreno na Patagônia (Argentina e Chile)

A majestosa geleira é um dos destinos turísticos de maior impacto do mundo e, apesar de sua magnificência, a falta de chuva e o aumento das temperaturas podem levar ao seu desaparecimento.

Foto: Unsplash - Pedro Lima

Tikal (Guatemala)

As ruínas maias são a maior atração turística da Guatemala. Apesar disso, os saques ilegais e a queima das florestas colocam em risco este incrível santuário histórico.

Foto: Unsplash (Hector Pineda)

Mar Morto (Jordânia e Israel)

O rio Jordão é a única fonte de abastecimento de água do maior lago salgado do mundo. Portanto, se a Jordânia e Israel continuarem a explorar o rio, o Mar Morto poderá desaparecer antes de 2075. O fluxo do rio Jordão para o Mar Morto já foi reduzido em 98%.

Foto: Unsplash (Craig Vodnik)

Florestas de Madagascar

A floresta passou de 300 mil quilômetros quadrados de selva para apenas 50 mil. Se o desmatamento causado pelo homem não for contido, a quarta maior ilha do mundo ficaria sem florestas antes de 2060.

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