O quanto de contagiosas e letais são as novas variantes da covid-19?

Ameaças à luta contra a pandemia
Variante britânica
Letalidade
O perigo da variante britânica
A vacina protege contra a variante britânica?
Uma mutação da mutação
Variante brasileira
Vacinas podem não ser eficazes para variante brasileira
Variante sul-africana
Um vírus que se adapta
O vírus quer sobreviver
O medo à reinfecção
A imunização é imprescindível
Voos restringidos
Máscara adequada
Um vírus mutante
Ameaças à luta contra a pandemia

A batalha contra a covid-19 inclui três principais iniciativas: prevenção (com máscaras, higiene, distância), imunização e pesquisa científica. Esta última é crucial, pois o vírus muda para sobreviver e expandir-se. No momento, existem três variantes que preocupam o mundo. São elas a britânica, a sul-africana e a brasileira. Na galeria, explicamos as peculiaridades de cada uma.

Variante britânica

A denominada variante britânica tem se expandido rapidamente no Reino Unido. Os cientistas coinciden em que é de 30% a 50% mais contagiosa que a anteriormente conhecida.

Letalidade

O governo britânico garante que a nova variante é mais letal, embora a Organização Mundial da Saúde ainda não tenha confirmado a informação. De qualquer forma, ao infectar mais pessoas, mais vítimas mortais existirão, estatisticamente.

O perigo da variante britânica

Em outras palavras: a variante britânica é mais perigosa em coletividade, devido a sua alta transmissibilidade. O mesmo não acontece quando comparamos a um caso individual.

A vacina protege contra a variante britânica?

Ainda é cedo para afirmar com segurança se as vacinas desenvolvidas até o momento são eficazes para a variante britânica, já que começaram a serem aplicadas recentemente.

Uma mutação da mutação

Mas os cientistas acreditam que sim, imunizam as pessoas contra ela. Entretanto, em fevereiro de 2021, uma nova mutação dessa variante começou a circular e poderia "enganar" a vacina.

Variante brasileira

As características da variante brasileira são mais preocupantes. Embora as pesquisas estejam em estado preliminar, acredita-se que possui um maior grau de contágio e que pode esquivar o sistema imune em maior medida, levando à morte.

Vacinas podem não ser eficazes para variante brasileira

A variante brasileira poderia ser resistente às vacinas atuais, mas as farmacêuticas garantem que é relativamente fácil "reprogramá-las". O problema é que isto requer tempo e pode desacelerar o fim da pandemia.

Variante sul-africana

Similar à brasileira, mais contagiosa e talvez mais letal que a variante surgida em 2020. Estudos apontam que tanto a sul-africana quanto a brasileira afetam mais os jovens.

Um vírus que se adapta

As variantes são produzidas porque o vírus busca melhorar suas condições e sobreviver a qualquer custa. Assim, aumenta seu leque de hóspedes (jovens, crianças), para esconder-se no nosso organismo.

O vírus quer sobreviver

Entretanto, os cientistas insistem em que os vírus tendem a evoluir para provocar uma doença leve. São organismos que não têm interesse de que seu hóspede morra para não morrer com ele.

O medo à reinfecção

Segundo o Imperial College de Londres, existe a possiblidade de que as novas variantes sejam capazes de causar reinfecções. Isto significaria voltar praticamente à estaca zero no combate à doença.

A imunização é imprescindível

À medida que a vacinação avança, a população se aproxima da "imunidade de rebanho", o que possivelmente frearia também as novas variantes, ou, pelo menos, suas formas graves.

Voos restringidos

A Europa e outros lugares do mundo restringiram os voos originários do Reino Unido, Brasil e África do Sul. Assim como a variante descoberta em 2020, as novas já viajaram de um lugar a outro.

Máscara adequada

É importante seguir todas as precauções para evitar o contágio de covid-19. O uso de máscara é imprescindível e o modelo FPP2 (foto) é o mais recomendado em espaços fechados.

Um vírus mutante

O vírus sempre mutará. De acordo com estudiosos, aos poucos, a covid-19 será como uma gripe e as vacinas terão que ser adaptadas a cada certo tempo. Enquanto isso, tenhamos muito cuidado!

Veja também: As sequelas do coronavírus

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