Reality show no Reino Unido já foi vítima de "maldição"

Love Island
O caso de Caroline Flack
Acusada de agressão
A depressão
À espera do julgamento
A demora da Justiça
A maldição de 'Love Island'
O caso de Sophie Gradon
Problemas com os vícios
O caso de Aaron Armstrong
O caso de Mike Thalassitis
Mike Thalassitis
Drogas e depressão
A exposição pública
De repente, famosos
Love Island

No começo de 2020, a morte de Caroline Flack, apresentadora da versão britânica de 'Love Island', comoveu o Reino Unido e fez a população relembrar outras três fatalidades ocorridas com pessoas relacionadas ao reality show.

O caso de Caroline Flack

Caroline Flack era muito popular no Reino Unido. Além de 'Love Island', ela apresentou o programa de talentos 'The X Factor' e ganhou o 'Strictly Come Dancing', em 2014. A britânica foi encontrada morta no seu apartamento, no dia 15 de fevereiro de 2020.

Acusada de agressão

Caroline Flack apresentou quatro edições de 'Love Island', até que deixou o trabalho depois de ser acusada de agressão pelo namorado, o ex-tenista Lewis Burton. O julgamento da apresentadora, que se declarava inocente, seria em março de 2020.

A depressão

Depois da morte de Caroline Flack, surgiu um forte debate sobre como os meios de comunicação britânicos tratam os famosos. A apresentadora enfrentava uma depressão e as exaustivas publicações sobre sua vida podem ter acentuado o problema.

À espera do julgamento

O período de espera entre a denúncia de agressão e o julgamento também pode ter afetado a saúde da apresentadora, devido à tensão a qual foi submetida, segundo o  jornal The Guardian.

A demora da Justiça

Sobre o tempo para concluir o processo judicial, o The Guardian publicou: "Em uma sociedade civilizada e funcional, este período deveria ser o mais curto possível, mas são meses e meses de ansiedade".

A maldição de 'Love Island'

As tragédias vividas por outras pessoas em torno ao popular reality show fizeram com que muitos encontrassem um lado sombrio em 'Love Island'.

O caso de Sophie Gradon

Em junho de 2018, dois anos depois de participar de 'Love Island', a ex-modelo e ex-miss Reino Unido, Sophie Gradon, tirou sua própria vida.

Problemas com os vícios

A imprensa britânica, entre elas o jornal The Sun, relacionou a morte de Sophie Gradon com "transtornos mentais" e com o consumo de álcool e cocaína. Seu namorado na época, Aaron Armstrong, foi quem encontrou o corpo.

O caso de Aaron Armstrong

Poucos dias depois do funeral da namorada, Aaron Armstrong, de 25 anos, se enforcou, de acordo com a BBC.

O caso de Mike Thalassitis

Mike Thalassitis, participante da edição de 'Love Island' de 2017, também foi encontrado morto. O jovem tinha 26 anos.

Mike Thalassitis

De acordo com a BBC, o corpo de Mike Thalassitis foi encontrado em um parque no norte de Londres e a polícia concluiu que a morte teria sido por enforcamento.

Drogas e depressão

O ex-participante de 'Love Island' e ex-jogador de futebol escreveu cartas de despedida para familiares e amigos. Além disso, Mike Thalassitis teria ingerido, antes de se suicidar, cocaína, antidepressivos e paracetamol em grandes quantidades.

A exposição pública

Depois destas mortes, a população britânica passou a questionar o programa e a forma como a vida dos participantes é exposta nas redes sociais e imprensa digital.

De repente, famosos

As consequências de tanta popularidade podem ser negativas para muitos destes jovens que viram estrelas, da noite para o dia. (Fotos: Gtres, Twitter e ITV)

Onde buscar ajuda?

O CVV (Centro de Valorização da Vida) realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo de forma voluntária e gratuita todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, email, chat e voip 24 horas todos os dias.

A ligação para o CVV, em parceria com o SUS, pode ser feita pelo número 188. As ligações são gratuitas a partir de qualquer linha telefônica fixa ou celular. Também é possível acessar o site www.cvv.org.br para falar por chat, e-mail ou obter mais informações.

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