Assim foi a vida de Philip de Edimburgo, marido de Elizabeth II

Rumo ao centenário
Nascimento
Príncipe da Grécia e Dinamarca
Infância
Mortes na família
Combatente na II Guerra Mundial
Assim conheceu sua esposa
Início do romance
Desentendimento inicial
Objetivo falido
Descendentes
Uma vida a serviço da realeza
Tradicional
Declarações infelizes
Amado e odiado
Rumores de traição
Uma família com problemas
Teoria conspiratória
Saúde
Aposentado desde 2017
Últimos escândalos
Hospitalizado
Uma longa vida
Rumo ao centenário

O consorte real mais longevo da história do Reino Unido morreu, aos 99 anos, depois de enfrentar um longo período de problemas de saúde. Na galeria, contamos detalhes sobre como foi sua vida, marcada por tragédias e algumas polêmicas. Confira!

Nascimento

Este é o lugar onde Philip Mountbatten nasceu, no dia 10 de junho de 1921. Trata-se do Palácio Mon Repos, localizado na ilha de Corfu, que, então, era propriedade da família real grega e, hoje, é um museu.

Príncipe da Grécia e Dinamarca

Philip veio ao mundo no seio de uma família da alta nobreza europeia e, antes de casar-se, já ostentava o título de Príncipe da Grécia e Dinamarca. Seus antepassados incluem czares russos. As suas quatro irmãs casaram-se com príncipes alemães.

Infância

A infância do duque de Edimburgo foi particularmente conturbada. Cresceu mudando-se de residência, entre a Grécia, França, Grã Bretanha e Alemanha. Sua mãe foi internada por esquizofrenia e praticamente desapareceu da sua vida.

Mortes na família

Em 1937, Philip, aos 16 anos, teve que enfrentar um momento traumático. Sua irmã, Cecilie, morreu em um acidente aéreo, que também tirou a vida dos dois filhos, marido e sogra da princesa.

Combatente na II Guerra Mundial

Durante a II Guerra Mundial, Philip combateu na marinha britânica contra dois dos seus cunhados, que eram do bando alemão. Em 1947, é quando casa-se com a Rainha Elizabeth do Reino Unido e começa uma nova vida.

Assim conheceu sua esposa

Elizabeth II ainda não era monarca quando, aos 13 anos, visitou a Academia Naval de Darmouth. Lá, foi apresentada a um jovem cadete que ia servir de acompanhante a ela e a sua irmã Margareth.

Início do romance

Aquele primeiro encontro aconteceu em 1939. Tempos depois, viram-se novamente, já que tinham familiares e amigos em comum. O amor surgiu e resiste como nenhum outro da história dos Windsor.

Desentendimento inicial

O casamento com Elizabeth II foi, de forma geral, feliz e sem sobressaltos. Entretanto, houve um momento delicado no começo da união. Philip quis impôr seu sobrenome, Montbatten, à Família Real, no lugar de Windsor.

Objetivo falido

Entretanto, a Rainha Mãe e o Primeiro Ministro britânico da época, Winston Churchill, conseguiram bloquear a ideia. Philip teria ficado irritado com a decisão: "Não sou ninguém aqui, sou uma maldita ameba". Reações do tipo não repetiram-se, já que o príncipe tinha uma personalidade afável.

Descendentes

Quatro são os filhos de Elizabeth II e Philip de Edimburgo. Na foto, o casal posa com Charles e Anne, nascidos em 1948 e 1950, respectivamente. Depois vieram ao mundo Andrew (1960) e Edward (1964).

Uma vida a serviço da realeza

Foi plena a dedicação de Philip de Edimburgo à realeza britânica. Desde que foi nomeado Príncipe do Reino Unido, em 1957, desempenhou corretamente sua função, embora algumas de suas declarações fossem consideradas antiquadas.

Tradicional

O duque de Edimburgo ironizou ou generalizou, por exemplo, algumas culturas do mundo e suas palavras soaram racistas.

Declarações infelizes

"Gostaria de visitar a União Soviética, mas estes filhos da p*** mataram a metade da minha família", disse em certa ocasião. Já com relação ao número de desempregados no Reino Unido, soltou: "Todo mundo queria mais tempo livre e agora reclama."

Amado e odiado

A espontaneidade de Philip (na imagem com o ator George Moore) era vista de forma natural por alguns, enquanto outros acreditavam que deveria ser mais controlada.

Rumores de traição

O falecido marido de Elizabeth II esteve envolvido em rumores sobre supostos romances fora do casamento, mas foram os problemas com os filhos o que realmente afetaram a imagem da família.

Uma família com problemas

Com Charles e Diana, Philip viveu um dos episódios mais turbulentos como pai: assistir um casamento infeliz, um divórcio e a morte da mãe de dois de seus netos.

Teoria conspiratória

Foi acusado por Dodi Al-Fayed (pai do namorado de Lady Di, morto no mesmo acidente da princesa) de montar uma conspiração para assassinar a ex-nora. O caso chegou aos tribunais, mas, em 2008, foi descartado.

Saúde

Philip manteve uma boa saúde a maior parte da sua vida. Até que, em 2011, foi operado de angioplastia e, em 2018, do quadril. Em 2019, preocupou o mundo depois de sofrer um acidente com seu Range Rover, do qual saiu ileso.

Aposentado desde 2017

O Duque de Edimburgo comunicou seu afastamento da atividade pública em 2017. Além dos problemas de saúde enfrentados, as críticas a sua pessoa influenciaram na decisão.

Últimos escândalos

Os meios que cobrem a realeza britânica garantem que a saída de Harry da realeza magoou especialmente seu irmão, William. O avô de ambos estava hospitalizado quando o caçula de Diana e sua esposa Meghan anunciaram sua decisão. Também para Philip foi um momento triste.

Veja também: Harry e William - história de uma união abalada

Hospitalizado

Philip ficou hospitalizado por vários dias e a Casa Real britânica manteve o assunto em segredo. Tanto o Duque quanto a rainha Elizabeth II foram vacinados contra a covid-19.

Uma longa vida

De qualquer forma, seu estado de saúde era delicado, devido a que estava a ponto de completar 100 anos. Segundo a imprensa britânica, Philip recebeu a visita de William no hospital, que saiu "visivelmente emocionado".

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