Satélite detectará vazamentos de gás que aquecem o planeta

Detectar vazamentos de gás
Environmental Defense Fund (EDF)
MethaneSAT
Emissões globais
Dados públicos
Financiado por doações
Grandes parceiros
Uma grande equipe
Um projeto inovador
Mais abrangente
Precisão e especialização
Experiência anterior da EDF
Informações acessíveis
Emissões de metano
Métodos complementares
As fontes de metano
Detectar vazamentos de gás

Os Estados Unidos e a Nova Zelândia lançaram, em parceria, um novo satélite ao espaço com o propósito de identificar vazamentos de metano, oferecendo, assim, uma oportunidade significativa de combater as mudanças climáticas.

Environmental Defense Fund (EDF)

O detector espacial está sob o comando do Fundo de Defesa Ambiental, um grupo conhecido por seu trabalho em questões como o aquecimento global, restauração de ecossistemas, oceanos e saúde humana.

Imagem: MetanoSAT

MethaneSAT

O MethaneSAT é um satélite de observação destinado a monitorar e analisar as emissões globais de metano, visando combater as mudanças climáticas. Segundo o The New York Times, ele possui um sensor infravermelho que detecta vazamentos.

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Emissões globais

O referido jornal também informou que o satélite está equipado com um espectrômetro que utiliza a luz refletida na superfície do planeta para calcular as emissões globais de metano, abrangendo não apenas a origem, mas também a extensão dessas emissões.

Dados públicos

Os dados obtidos pelo MethaneSAT serão disponibilizados ao público e acessíveis a todos. De acordo com o site do projeto, essa transparência pode facilitar que reguladores, o público em geral e empresas identifiquem problemas rapidamente.

Financiado por doações

De acordo com o The New York Times, o Fundo de Defesa Ambiental arrecadou 88 bilhões de dólares (em escala americana) de doadores filantrópicos, constituindo todo o orçamento do projeto.

Grandes parceiros

Além disso, a organização encontrou parceiros essenciais para as operações do satélite, incluindo o Governo da Nova Zelândia e o Google.

Uma grande equipe

Conforme reportado pelo The New York Times, uma equipe multidisciplinar composta por 70 especialistas da academia, indústria aeroespacial comercial e indústrias de defesa foi responsável pela construção do MethaneSAT.

Imagem: MetanoSAT

Um projeto inovador

O site do projeto explica que o satélite não é o primeiro a fazer detecção global de metano, mas possui características "revolucionárias".

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Mais abrangente

De acordo com a EDF, o MethaneSAT tem um alcance de visão de mais de 190 quilômetros e vai monitorar áreas que cobrem quase 80% da produção mundial de petróleo e gás.

Imagem: MetanoSAT

Precisão e especialização

Outra vantagem é que o satélite tem especialização em detecção de metano, permitindo identificar emissões de fontes menores, algo que seus predecessores não eram capazes de fazer.

Imagem: MetanoSAT

Experiência anterior da EDF

Estudos anteriores da EDF comprovaram que as emissões de metano nos Estados Unidos eram maiores do que o estimado pelo governo. Assim, o MethaneSAT poderá verificar se isso ocorre também mundialmente.

Informações acessíveis

Outra característica essencial é a transparência dos dados coletados. A informação será pública e poderá ser convertida diretamente em ações.

Emissões de metano

Segundo a NPR, aproximadamente 30% do aquecimento global é atribuído à poluição por metano de origem humana, o que significa que identificar suas fontes pode ter um impacto significativo em nossos esforços para reduzir as emissões.

Métodos complementares

O site do projeto explica que eles também utilizarão um avião rastreador de metano chamado MethaneAIR, para aprimorar os dados. A expectativa é obter os primeiros resultados até o final de 2024.

As fontes de metano

Como explicou Mark Brownstein, vice-presidente sênior da EDF, à NPR, essa informação pode finalmente determinar quanto metano provém da indústria de petróleo e gás, e não de outras fontes, como a agricultura.

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