Um estudo revelador
Caos climático
Aumento do nível da água
Até 4º a mais
Um mundo cada vez mais inabitável
Adeus ao gelo ártico
Ligação entre fogo e mudança climática
Inundações devastadoras
O cenário mais otimista
Um menor aumento de temperatura também é grave
Aquecimento além do limite aceitável
Código vermelho
O que fazer?
Nunca antes o tempo mudou assim
2 mil anos atrás, algo semelhante aconteceu
E muito mais atrás
2050: a última fronteira
Nossa parte
Cobrar é preciso
O fim do mundo?
Assim será o fim do mundo, segundo a ONU
(1/20)
Um estudo revelador

O planeta caminha para uma espécie de apocalipse em câmera lenta, segundo o maior relatório sobre clima da ONU, divulgado em 2021 e que reúne milhares de estudos realizados por quase 300 cientistas.

Assim será o fim do mundo, segundo a ONU
(2/20)
Caos climático

Sua publicação coincide com um ano em que abundaram os incêndios pelo mundo, como os da Califórnia, que arrasaram mais de 800 mil hectares, ou os da Turquia, Canadá e Grécia, entre outras regiões.

Assim será o fim do mundo, segundo a ONU
(3/20)
Aumento do nível da água

O relatório da ONU garante que a ação humana "aqueceu a atmosfera, o oceano e a terra" e fala de mudanças já irreversíveis. Pelo que prevê, a subida do nível das águas pode atingir, em média, quase um metro de altura, o que favorece as inundações costeiras e a destruição de praias.

Assim será o fim do mundo, segundo a ONU
(4/20)
Até 4º a mais

Mas, acima de tudo, os cientistas estão preocupados com a possibilidade de que, até 2050, a temperatura do planeta possa subir (no pior dos casos) 4º em média.

Imagem: Michal Matlon / Unsplash

Assim será o fim do mundo, segundo a ONU
(5/20)
Um mundo cada vez mais inabitável

Isso tornaria áreas hoje povoadas em praticamente inabitáveis. Também seria a causa de fenômenos climáticos extremos como chuvas torrenciais, secas, incêndios descontrolados etc.

Assim será o fim do mundo, segundo a ONU
(6/20)
Adeus ao gelo ártico

O pior cenário desenhado pelo relatório da ONU aponta para o possível desaparecimento, até 2050, de todos os vestígios de gelo no Ártico. Adicione a isso o degelo do permafrost, a camada congelada que cobre grandes áreas frias, cujo final pode ser catastrófico.

Imagem: Davide Cantelli / Unsplash

Assim será o fim do mundo, segundo a ONU
(7/20)
Ligação entre fogo e mudança climática

O relatório climático da ONU confirma a ligação entre incêndios e mudanças climáticas. Não que não houvesse incêndios antes, mas os atuais são muito mais devastadores, devido à falta de água e ondas de calor extremas.

Assim será o fim do mundo, segundo a ONU
(8/20)
Inundações devastadoras

O que muda, a partir de agora, de acordo com o relatório da ONU, é que o que antes eram "inundações do século" agora podem se tornar "inundações do ano". Em outras palavras: fenômenos que antes eram amplamente espaçados no tempo podem se tornar comuns.

Assim será o fim do mundo, segundo a ONU
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O cenário mais otimista

É claro que, como qualquer relatório verdadeiramente científico, o estudo da ONU propõe um cenário mais severo e um cenário “mais otimista” (relativamente).

Assim será o fim do mundo, segundo a ONU
(10/20)
Um menor aumento de temperatura também é grave

Em vez do mencionado aumento de 4º nas temperaturas, este poderia ser de 2,5º. O que é igualmente insustentável e criaria os mesmos efeitos no clima do planeta.

Assim será o fim do mundo, segundo a ONU
(11/20)
Aquecimento além do limite aceitável

O limite "aceitável" para o aquecimento global que os cientistas estabeleceram era de 1,5º. De acordo com esse relatório das Nações Unidas, é mais provável que cheguemos (pelo menos) a um aumento de 2,5º nas temperaturas.

Assim será o fim do mundo, segundo a ONU
(12/20)
Código vermelho

A ONU usa o termo "código vermelho" e afirma que "os alarmes são ensurdecedores".

Assim será o fim do mundo, segundo a ONU
(13/20)
O que fazer?

A luta para amenizar a crise climática que sofremos é urgente. Temos que reformular nosso estilo de vida: reduzir ao mínimo as emissões de gases de efeito estufa, o consumo de plásticos e desacelerar a construção descontrolada que introduz desequilíbrios na natureza, entre outras iniciativas.

Assim será o fim do mundo, segundo a ONU
(14/20)
Nunca antes o tempo mudou assim

O estudo histórico das variações no clima do planeta deixa claro que a afirmação dos negacionistas de que "o clima sempre mudou" é uma falácia. Uma situação tão radical como esta em que vivemos, dizem os especialistas, nunca foi vista.

Imagem: Steve Harvey / Unsplash

Assim será o fim do mundo, segundo a ONU
(15/20)
2 mil anos atrás, algo semelhante aconteceu

Para encontrar um momento muito extremo de mudança climática, de acordo com o relatório da ONU, seria necessário recuar mais de 2 mil anos.

Imagem: Muhammad Numan / Unsplash

Assim será o fim do mundo, segundo a ONU
(16/20)
E muito mais atrás

Mas há números muito mais surpreendentes no relatório: o nível de concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera é considerado o mais alto dos últimos dois milhões de anos! E o nível de metano e óxido nitroso não era assim há 800 mil anos.

Imagem: Marek Piwnicki / Unsplash

Assim será o fim do mundo, segundo a ONU
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2050: a última fronteira

O estudo das Nações Unidas coloca 2050 como a última fronteira a partir da qual a sobrevivência humana no planeta será complicada. A migração em massa e os conflitos geoestratégicos (devido ao controle da água, por exemplo) podem ser desencadeados com virulência.

Assim será o fim do mundo, segundo a ONU
(18/20)
Nossa parte

É importante contribuirmos nesta luta e fazer tudo que esteja ao nosso alcance, como separar o lixo reciclável, consumir menos plástico, usar transportes menos poluentes etc.

Assim será o fim do mundo, segundo a ONU
(19/20)
Cobrar é preciso

Mas são os governos aos quais os cidadãos devem exigir que as emissões de gases de efeito estufa sejam reduzidas ao mínimo e imediatamente. Greta Thunberg tem feito isso há um bom tempo.

Assim será o fim do mundo, segundo a ONU
(20/20)
O fim do mundo?

É sensacionalista falar em "fim do mundo"? Não. O relatório da ONU já afirma que o lugar onde vivemos, como o conhecemos até agora, deixará de existir. Se continuarmos assim, teremos que conviver com um planeta muito menos habitável, mais desigual e mais violento.

Imagem: NASA / Unsplash

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